Cerca de 36 países já estudam suas moedas digitais, Brasil é um deles

O Banco de Compensações Internacionais (BIS) divulgou um relatório sobre as Moedas Digitais do Banco Central (CBDCs).

O relatório intitulado “A ascensão da moeda digital do Banco Central: fatores determinantes, métodos e tecnologias” fala sobre o status de cada país com suas CBDCs.

Portanto, o levantamento analisa os resultados de pesquisa e desenvolvimento e a tecnologia das moedas digitais do banco central global.

Além disso, o BIS analisa métodos, posições políticas, os desenhos existentes de CBDCs e as motivações dos países para aceitarem o novo modelo.

CBDC

O relatório do BIS foi redigido por economistas renomados de vários países e foi publicado pelo Banco Mundial.

De acordo com esse documento, até meados de julho de 2020, pelo menos 36 bancos centrais em todo o mundo já haviam lançado empregos de varejo ou atacado de CBDC.

Entre eles, Equador, Ucrânia e Uruguai concluíram seus pilotos de CBDC de varejo. Já Bahamas, Camboja, China, União Monetária do Caribe Oriental, Coréia do Sul e Suécia possuem pilotos de CBDC de varejo em andamento.

Ainda segundo o relatório, 18 bancos centrais já publicaram pesquisas sobre CBDCs de varejo e outras 13 instituições anunciaram que estão conduzindo pesquisas e desenvolvimento em CBDCs de atacado.

Mudança de opinião

O relatório do BIS ainda aponta que os Bancos Centrais têm mudado de opinião sobre CBDC.

Isso porque em 2017 e 2018 muitos deles tiveram uma atitude negativa ou desdenhosa em relação às CBDCs, especialmente CBDCs de varejo.

No entanto, desde o final de 2018, o número de pessoas fazendo comentários positivos sobre CDBCs de varejo e atacado em discursos públicos aumentou.

“Na verdade, agora há mais discursos positivos sobre moedas digitais do banco central do que negativos”, revela o BIS.

Motivações diferentes

Por outro lado, as motivações e considerações para desenvolver as CBDCs variam em cada país.

No final de 2019, por exemplo, nas economias avançadas, os bancos centrais estavam estudando a CBDC para promover segurança e robustez, ou eficiência de pagamento doméstico.

Já nas economias de mercado emergentes, a inclusão financeira é uma motivação importante.

Por fim, o BIS conclui que a propagação da nova epidemia do coronavírus pode ter acelerado o desenvolvimento de CBDCs em algumas jurisdições.

Fonte: https://www.criptofacil.com/cerca-36-paises-estudam-suas-moedas-digitais-brasil-deles/?utm_source=dlvr.it&utm_medium=social&utm_campaign=facebook&fbclid=IwAR2IGFwT_neyxUBCcNpSS3hbX4Ctnc2IuJvUm6pcdc9_Ijf8aaVpT9Q3pN4

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